sexta-feira, janeiro 23, 2009

Luzes sim! Mas (não) só à noite!


Não entendo o que vai na cabeça de alguns condutores…

No meio de chuva, vento e nevoeiro cerrado, não ligam sequer as miseráveis luzes de presença? E pior ainda é o pessoal que tem faróis de nevoeiro mas nem as luzes ligam! Se está nevoeiro e têm faróis de nevoeiro, porque não os usam?? Não percebo… Provavelmente usam-nos à noite quando não é necessário… Enfim…

Eu ando sempre com as luzes ligadas, quer esteja sol ou chuva. Assim todos vêem o meu carro preto! XD

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Bom tempo!

Está um tempo fantástico!

Ao contrário de muita gente, adoro chuva, vento, nevoeiro, frio, calor, sol! Não pode é haver "chuva com boas abertas" nem "céu sem nuvens com períodos de muita nebolusidade"!

E hoje está um belo dia de chuva! :D

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Wee!


Hoje, finamente, após 15 dias de ausência no mecânico a arranjar uma amolgadela, voltou o meu Corsa! :)

Adoro aquele carro! :D

terça-feira, janeiro 20, 2009

Abutre(s) Nojento(s)



É outro nome para graxistas, lambe-botas e afins… Já começa a encher o saco tantos casos desses no meu “local de trabalho”… Incrível como conseguem subverter os “patrões” a fazerem o que mais lhes convém… E como pode o “patrão” protestar se foi ele que fez o trabalho? Não pode fazer mais nada a não ser avaliar pela positiva e bem alta para não ficar mal visto ao resto dos “empregados” que sabem bem o que se passa… E que podem os outros “empregados” fazer? Nada… Se fizerem algo serão imediatamente considerados invejosos do sucesso do seu colega! Mas certos “patrões” fazem-no de forma declarada porque adoram ser bajulados, outros por pura inocência convencidos de que estão a ajudar ao desenvolvimento pessoal do “empregado”…

A sua forma de actuação é variável dependendo do tipo de “patrão”. Com o que gosta de ser bajulado, rodeiam-no por todos os lados de forma a evitar a intromissão de qualquer “empregado” não lambe-botas que possa perturbar o equilíbrio e assim ficam até obterem o que pretendem ou até acabar o tempo. Com o outro tipo de “patrão” aliciam-no até ao seu covil com uma demonstração de interesse duvidoso e agarram-no assim que ele cai ao covil e só muito dificilmente o libertam.

Acontecendo isto por diversas vezes, começa-se a notar uma certa divisão do grupo de “empregados” abutres e dos restantes totós que estão de pés e mãos atados e que pouco podem fazer a não ser ficar frustrados por serem prejudicados por esta escumalha…

Como diz o outro: “A vida é para os espertos”… Cada vez mais me convenço de que isto é bem verdade…